Aconteceu hoje, dia 19 de junho. Acordei com os olhos brilhando, pois era sábado, e era dia de Phobos. Me arrumei e fui ao encontro de Jéssica e Bruno. Pra minha agradável surpresa, meu irmãozinho e mais novo membro do grupo, o Marmotta, estava lá. Foi uma alegria. Rapidamente fomos em direção a casa do Carlos
Chegando lá, jogamos um pouco de Band Hero e um pouco de Street Fighter no quarto, Tabal chegou, Bruno vibrou com sua demo de Patapon 3 e alguns jogos do LocoRoco. Não demorou muito para Johnny chegar com seu ps2, porém foi meio fail, por que o nosso querido desenhista do grupo esqueceu seu controle, impossibilitando-nos de jogar no multiplayer, acabou que Johnny e Marmotta jogaram um pouco de Guitar Hero no PlayStation 2.
Almoçamos picanha, arroz e farofa, durante o almoço Johnny solta algumas piadas sobre peruanos e glugluglu, o que faz todo mundo engasgar e ficar com cara de WTF ao mesmo tempo. Triste.
Não demorou muito para o amigo de Carlos, o Kelmer, chegar com sua poçante DDR (Dance Dance Revolution), e deu para tirar uma onda em músicas do Rick Rolled e afins.
Mas aconteceu o que considerávamos o pior.
A luz acabou. Por isso o sábado se tornou negro.
Bem, qualquer viciado em games e aparelhos tecnológicos acharia o fim do mundo. Mas o Phobos é o Phobos, apesar de sermos viciados, sabemos nos virar em muitas situações. Ficamos conversando e olhando o tempo, Jess e Tabal arriscaram um pouco no DS e Bruno sumiu depressivo lá para o quarto, não me pergunte o porquê. O papo estava bom, até descobrirmos que Ayoub, que não iria pra lá nem fudendo, vai dar uma passadinha. Ótimo.
A luz não havia chegado, enrolamos um pouco, Jess infelizmente foi embora e decidimos brincar de algo que estava enterrado no âmago de nossas infancias: Gato Mia.
Sim meus queridos.
Foi divertido. Fora a parte de que botaram uma toalha molhada em minha cabeça e um capacete de motoqueiro por cima. Cada um se escondia em um canto e ficava estático. A pessoa tinha que procurar alguém e tentar adivinhar quem era. E não importa aonde eu me escondia, eu sempre era achada, o que é mais triste. O mais engraçado foi os sons de gatos, cachorros e galinhas que o pessoal fazia. Alguns tombos, medos e arranhões, e algo atrapalhou nossa tão engraçada brincadeira.
Até que, entre fornicações satânicas entre Bruno e Carlos, surgiu a ideia de montinho. É, uma brincadeira muito tensa. Imagine você querido leitor: Ayoub estava esparramado no sofá, e em cima dele juntou-se Carlos, Bruno, Tabal, Johnny, Kelmer e Marmotta. Era uma torre muito grande, não sei como os órgãos internos dessas pessoas não ficaram debilitidados, e como se não bastasse, me jogaram em um montinho no chão, me senti um patê de presunto em um sanduiche enorme, tipo o wooper de 22 hambúrgueres do Burguer King. Triste, machucante, porém divertido.
Após tantas idas e vindas, tantas brincâncias, chegou a hora de ir embora, tivemos que arrumas nossas coisas no escuro, porém, sorrindo após um sábado negro cheio de luz de Orixá -q.
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